5 mejores outlets en Miami donde comprar barato
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Agora veja tudo sobre os restaurantes no Príncipe Real em Lisboa. Além de parques, edifícios históricos e lojas de antiguidades, a região também conta com restaurantes de altíssimo nível. Veja tudo sobre os restaurantes no Príncipe Real em Lisboa, um famoso bairro de residências luxuosas do século 19 que não pode ficar de fora do seu roteiro.
Um roteiro pelos restaurantes do Príncipe Real
Não por ter dúvidas na qualidade do que serve, porque aí sabe bem o que está a ser feito na cozinha, mas antes porque não quer ter amarras. Tem de entrar neste restaurante sem medo nem preconceito de sujar as mãos e lamber os dedos no final. “Aqui está”, também, uma boa maneira de partilhar comida com amigos e família. Traduzido do dialecto napolitano, Obicà significa “aqui está” – uma expressão mais do que apropriada para dar nome ao novo restaurante italiano do Príncipe Real. O Coyo Taco é uma cadeia que nasceu em Miami pela mão de três amigos e chegou a Portugal em Novembro de 2018 com o melhor da street food mexicana, dos tacos às quesadillas e burritos. Os pratos também são bastante artísticos, do papad basket de entrada às dosas como a de pato picante ou batata masala e o bagare baingan, com beringela, amendoim e coco.
Novo guia revela as mesas favoritas dos chefs nacionais
Veja uma lista dos principais restaurantes veganos em Lisboa, para comer bem durante a viagem e saborear pratos à base de produtos que não têm origem animal. Os restaurantes japoneses começaram realmente a fazer sucesso … A capital portuguesa possui uma grande variedade de restaurantes de diversas culturas e origens, sendo, portanto, muito fácil encontrar pratos para todos os gostos.
Choose a Time Out Market
Mas é essencialmente um restaurante de mar, com um registo mais autoral, mais aproximado do Pedro e o Lobo”, explica o chef Diogo Noronha, “nada ansioso” com a abertura – afinal, a semana de testes, o verdadeiro soft opening, já lá vai. Passamos o bar à entrada, da responsabilidade do barman Fernão Gonçalves, e um longo corredor com uma cozinha aberta vai dar a uma pequena sala interior, com 20 lugares. Falta uma hora e meia para o primeiro dia da vida do Pesca, o novo restaurante do chef Diogo Noronha (ex-Pedro e o Lobo, Casa de Pasto e Rio Maravilha). Mas tenho assente que a essência da casa são as mozarelas e seus derivados, não se afirmasse o Obicà como “o restaurantes príncipe real primeiro mozzarella bar do mundo” (em Portugal, terá sido o Puro 4050, no Porto, também bem bom). Mas também há pratos de peixe, como é o caso do Sayedieh (15€), um arroz cozinhado com especiarias com peixe assado no forno, servido com tahini e pinhões.
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A carta também teve direito a um upgrade pela chef Joana Duarte, que passou pelo Tapisco como sous-chef. Se a esplanada continua igual a sempre, lá dentro mudou tudo, estando o espaço agora mais funcional (finalmente há ligação entre café e restaurante) e moderno. O espaço é pequeno, mas é sempre possível encomendar para casa, havendo até a possibilidade de os comprar congelados. É um clássico de Lisboa com uma vista para a cidade difícil de bater, o que faz do La Paparrucha, além de um bom restaurante, um miradouro de luxo. A carta é grande, tem o nome dos pratos em inglês para “preservar o espírito britânico" e faz referência aos “mais famosos” ou aos favoritos de Jool, a mulher de Jamie Oliver, das massas às pizzas.
Estamos a falar do indiano mais fora do comum que encontram em Lisboa, pelo ambiente mais internacional e pela comida muito diferente do normal. No Sumaya, há mezze frios e quentes para partilhar, mas também assados e grelhados – em resumo, uma selecção do que melhor que se come no Líbano. Muito em breve vai poder ver na lista mais pratos vegetarianos e um outro hambúrguer. O restaurante de Hugo e Arthur Delrieu, dois irmãos que se mudaram de Paris para Lisboa, tem o seu foco no frango frito e de como este deve ser comido sem ter medo de sujar as mãos. Restaurantes de peixe, de carne ou de comida do mundo tornam possível comer de tudo um pouco sem sair do quarteirão.
- Margaux Marcy e Pierre d’Andrimont deram-nos, nos últimos anos, alguns dos projectos gastronómicos mais vibrantes na cidade.
- Serve cozinha asiática, mas não se trata de um típico restaurante étnico.
- Em cada refeição, a cidade conta histórias de tradição e inovação, fazendo com que cada visita seja uma jornada inesquecível pelos sabores que encantam o coração de Lisboa.
- “Aqui está”, também, uma boa maneira de partilhar comida com amigos e família.
- Aliás, tenho muitos casais que se conheceram aqui”.
Navegación de entradas
Há cada vez mais novos projectos a regenerar o bairro, de restaurantes a bares onde também se come bem, há um mudo de opções. No bar, logo à entrada, não se serve a carta completa, apenas ostras e pequenos snacks, que acompanham na perfeição os cocktails, outra aposta da casa. Foi um dos primeiros restaurantes argentinos (nação especializada em carne) da cidade, sendo a parrillada plata (uma mista de carne de vaca e porco para duas pessoas) uma boa forma de se introduzir. O Príncipe Real é o bairro com as lojas mais alternativas, as noites mais coloridas e os restaurantes do momento – muitos deles de janelões abertos para a rua a convidar a um copo antes de entrar. Subscreva a nossa newsletter para aproveitar o melhor da cidade
Este é um projeto de dois irmãos, um deles ex-estagiário do conhecido chef britânico Jamie Oliver em Londres. O espaço é pequeno (parece maior graças a uma parede espelhada), por isso convém reservar. É um “indiano moderno”, com um bar de cocktails que podem acompanhar as refeições. Este não é um típico restaurante indiano. A carta de especialidades suíças muda regularmente, mas pode-se sempre contar com o fondue de queijos.
